Opiniões

Você já ficou se perguntando se a frequência com que você transou essa semana está dentro do "normal"? Ou comparou seu orgasmo, ou a falta dele, com o que sua amiga contou na última vez que conversaram? Pois é. Esse tipo de preocupação é muito mais comum do que parece, e pode estar sabotando a sua vida sexual sem você perceber.
Para jogar luz sobre essas questões, o Sexlog, maior site de sexo e swing da América Latina, convidou a sexóloga, especialista em relacionamentos, escritora e palestrante Gislene Teixeira para uma conversa franca sobre o que é - ou não - normal quando o assunto é sexo. E a resposta, no fim das contas, é mais simples (e libertadora) do que você imagina.
Gislene explica que “normal é aquilo que te dá prazer. E esse prazer precisa ser para ambos. Pode ser a dois, a três, em grupo… Quem define? Você!”.
Afinal, o que define o "normal no sexo"?
Segundo a especialista, existe um paradoxo interessante: todo sexo é normal até que haja o anormal. Mas o que seria esse anormal? Para ela, o parâmetro não está nos atos em si, mas nos pilares que sustentam a prática: consentimento, prazer, saúde, conexão e intimidade.
A sexualidade, diferente do sexo biológico, é uma construção cultural e varia conforme a idade, a religião, a cultura e o contexto de cada pessoa. Uma cultura mais liberal vai entender a normalidade de um jeito, uma mais tradicional, de outro. E tudo bem. "Talvez seja mais fácil se nortear pelo que seria anormal para cada um", explica a especialista. "O que te deixa desconfortável, apreensivo, limitado na entrega? Isso, sim, pode estar fora do seu escopo." E mesmo isso pode mudar com o tempo, com novos parceiros, com novas experiências.
As dúvidas mais comuns e o vilão por trás de quase todas elas
Orgasmo, frequência e libido. Esses três temas dominam as perguntas que Gislene recebe. E, em grande parte dos casos, o fio condutor é o mesmo: a ansiedade.
Segundo Giselene, no caso dos homens, aparece muito o medo de não performar bem, uma comparação distorcida com a pornografia ou com versões mais jovens de si mesmos. Já as mulheres frequentemente se preocupam com a frequência sexual, comparando o ritmo do casal com o de amigas ou de comentários vistos nas redes sociais.
"Não importa se a sua amiga transa quatro vezes por semana e você uma ou duas. O que importa é que o casal esteja alinhado e isso não seja um problema para eles. Sexo não é planilha de Excel", brinca a sexóloga.
Sobre o orgasmo, ela é direta: nem toda relação termina com "final feliz" para os dois, e isso não significa que algo está errado. Muitas mulheres têm dificuldade de chegar ao orgasmo, e isso é mais comum do que se fala. Conhecer o próprio corpo, inclusive pela masturbação, é um dos caminhos mais eficazes para mudar esse cenário.
A pressão estética: a "mãe da frustração sexual"
Se tem uma coisa que Gislene não tem papas na língua para criticar, é a comparação estética. Ela chama a pressão pelo corpo "perfeito" de "a mãe da frustração sexual". Essa insegurança, que antes era mais associada às mulheres, agora também atinge os homens, que, cada vez mais, recorrem a procedimentos estéticos íntimos acreditando que isso vai melhorar sua performance. "O sexo começa na mente", lembra ela. "Mas a mente não precisa ser alimentada por padrões impossíveis", diz
Quando a comparação vira um problema de verdade
A especialista faz um alerta importante: comparar-se pode até ser inofensivo em alguns contextos, mas vira um sinal de alerta quando começa a gerar dor, angústia, vergonha, ansiedade ou baixa autoestima de forma persistente.
Se você deixou de dar valor às suas próprias conquistas por estar sempre medindo sua vida pela do outro, ou se sente que seus esforços nunca são suficientes, pode ser hora de buscar apoio profissional. "O outro só mostra a melhor versão de si mesmo", lembra Gislene. "Você pode estar se comparando com um filtro, não com a realidade."
Libido oscila: e isso é completamente normal
A vontade de transar não é linear. Hormônios, estresse, finanças, sono, medicamentos, gestação, menopausa, tudo isso impacta o desejo. Gislene reforça que esses altos e baixos fazem parte da vida e não devem ser encarados como problema, desde que não se tornem uma constante que prejudique o relacionamento. "Quando a falta de vontade persiste e impacta negativamente a conjugalidade, é hora de procurar um psicólogo ou sexólogo. Não negligencie os sinais", orienta.
O que realmente define uma vida sexual saudável
No fim da conversa, Gislene resume o que, na visão dela, de fato define uma sexualidade saudável e não é o número de orgasmos na semana. É a qualidade da conexão: intimidade, comunicação aberta, consenso, autoconhecimento, respeito, segurança emocional e leveza. "Sexo é troca, é energia, é liberdade. Aproveite o ato sexual, desfrute e não se cobre que tem que chegar ao orgasmo. Deixe fluir. O que importa é o caminhar, não a chegada”, conclui.
Sexlog

A riqueza gerada em Brasília é maior que a de estados inteiros? Em uma comparação direta, o Produto Interno Bruto (PIB) da capital federal, que soma R$ 365 bilhões, supera o de potências do agronegócio como o Mato Grosso, cujo PIB é de R$ 273 bilhões.
Mas a diferença se torna ainda mais impressionante quando olhamos para a riqueza por pessoa, o chamado PIB per capita. Esse indicador, que divide o total da riqueza pelo número de habitantes, mostra o quanto, em média, cada pessoa contribuiu para a economia local.
Nesse quesito, um morador de Brasília gera, em média, R$ 121 mil por ano. Este valor é significativamente maior que a média de um paulista, que é de R$ 78 mil anuais, e mais que o dobro da média nacional, que fica em R$ 56 mil por brasileiro.
De Onde Vem a Riqueza de Cada Um?
A economia de Brasília é fortemente impulsionada pela máquina pública. A cidade concentra a sede dos Três Poderes, ministérios e uma grande quantidade de órgãos federais, resultando em salários elevados para servidores, políticos e autoridades.
Já o Mato Grosso tem sua força no campo, sendo um dos líderes da produção agrícola do Brasil.
São Paulo, por sua vez, é o motor econômico do país, com um PIB total de R$ 3,44 trilhões, o que significa que, de cada quatro reais gerados no Brasil, um vem do estado paulista.
Se todo o Brasil tivesse a mesma produtividade individual que Brasília, o PIB nacional saltaria dos atuais R$ 12 trilhões para impressionantes R$ 25 trilhões.
Os números mostram um retrato claro da concentração de renda na capital do país em comparação com o resto da nação.
RICARDO <[email protected]>

Xuxa rebateu críticas sobre a amizade de Sasha Meneghel e Bruna Marquezine após elas publicarem fotos e vídeos comemorando a virada do ano juntas. Em um comentário no Instagram, a apresentadora ironizou os ataques e defendeu as jovens após comentários negativos sobre a relação da dupla viralizarem na internet.
A reposta aconteceu nesta terça-feira (6) após uma influenciadora publicar um vídeo debochando da relação entre as duas amigas. "Uma amizade que me irrita: Bruna Marquezine com a Sasha. Se engulam, se comam. Meu Deus do céu. Trinta anos e chamando a amiga de 'Bubu'. Ah, vai ver se eu tô na esquina", disse ela.
O marido de Sasha, João Lucas, compartilhou o vídeo e rebateu, dizendo que era "impressionante ver alguém começar o ano com tanta energia negativa". O cantor também foi críticado na publicação e apontado como "Famoso arroz, só acompanha".
Após o genro repercutir, Xuxa defendeu as amigas em uma postagem de Sasha, que conta com uma foto da dupla se abraçando. "Sassssa e Bubu (apelido que eu dei quando a Sasha a conheceu com 2 anos e a chamava de Buna). A minha Bubu e minha Sassa são lindas e bem-amadas as outras pessoas eu chamarei de "MAMÁS" (mal-amadas e mal comidas) por isso falam mal dessas duas meninas lindas, mulheres vitoriosas e AMIGAS. As "mamás" invejosas, beijinho no ombro e tchau, tchau", escreveu.
(FOLHAPRESS)



Com o crescimento de plataformas como TikTok Shop e Kwai Shop, marcas apostam em conteúdos reais e espontâneos para se conectar com as gerações Z e Millennial, impulsionando vendas e engajamento
Em meio à velocidade das redes sociais, vídeos curtos, reais e autênticos estão moldando uma nova forma de consumo digital, especialmente entre os públicos das gerações Z e Millennial. Com o crescimento de plataformas como TikTok Shop e Kwai Shop, as marcas têm apostado em conteúdos que mais parecem uma conversa entre amigos do que campanhas publicitárias tradicionais.
Segundo dados da pesquisa VisualGPS, da Getty Images, 67% dos consumidores brasileiros preferem vídeos para conhecer produtos. Ainda mais expressivo, o estudo revela que 99% valorizam a autenticidade nas imagens. Esse comportamento tem incentivado empresas de todos os portes a incluírem vídeos espontâneos, com linguagem direta e estética mais natural, em suas estratégias de marketing digital.
Tutoriais, unboxings, bastidores, GRWM (Get Ready With Me) e depoimentos reais de clientes têm se mostrado altamente eficazes. Além de apresentarem produtos e serviços, esses formatos reforçam a identidade da marca, criam laços emocionais e geram engajamento orgânico, principalmente entre o público jovem que valoriza transparência e representatividade.
Para o videomaker e filmmaker mobile Júnior Brandão, esse é um momento de virada na comunicação entre empresas e clientes. “O papel do videomaker hoje vai muito além de produzir um vídeo bonito. A gente precisa captar a verdade da marca, traduzir a essência do negócio e contar histórias com sentimento, seja com o celular na mão ou com uma câmera profissional”, explica.
Júnior atua principalmente com pequenos e médios empreendedores e destaca que não é preciso grandes produções para gerar resultado. “O que conecta é a simplicidade, é mostrar o dono da marca abrindo a loja, falando da rotina, gravando os bastidores de uma entrega, por exemplo. Isso cria identificação e humaniza o conteúdo. As pessoas querem ver pessoas, não só vitrines”, afirma.
Com a popularização do consumo direto nas redes sociais, como nos vídeos de compras ao vivo ou demonstrações de produtos, o conteúdo audiovisual se tornou parte estratégica da jornada de compra. E o segredo para se destacar, segundo Júnior, está em mostrar a realidade como ela é, com emoção, proximidade e verdade.
Precisa Assessoria

A recente declaração de Donald Trump sobre tarifas de 50% em produtos brasileiros, a partir de 1º de agosto, é uma medida drástica com sérias implicações. Vai além da questão comercial, refletindo a percepção de Washington de um afastamento do Brasil de sua esfera de influência, com aproximação de China, Rússia e demais BRICS. Essa postura de Trump provavelmente deriva também das constantes manifestações e ataques do presidente Lula a ele e seu governo.
Em carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Trump justificou as tarifas como resposta ao tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, e apontou que ordens judiciais do STF "censuram" redes sociais americanas, inibindo a liberdade de expressão de cidadãos dos EUA, entre outros inúmeros motivos.
A reação do governo brasileiro, defendendo a soberania do País e prometendo corresponder a iniciativa com base na Lei Brasileira de Reciprocidade Econômica, pode elevar a tensão.
Contudo, é importante que o público compreenda o que significa uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. Na prática, nossos produtos se tornam proibitivamente caros para o consumidor americano, aniquilando sua competitividade.
Os exportadores brasileiros sofrerão grande impacto. Empresas que vendem para os EUA podem enfrentar enormes perdas. Essas empresas terão que reavaliar imediatamente suas estratégias: buscar novos mercados, otimizar custos para tentar absorver parte da tarifa ou, em um horizonte mais longo, considerar a transferência de produção para dentro dos EUA.
Produtos como café, suco de laranja, aço e petróleo, nos quais o Brasil é um fornecedor-chave, terão seus preços inflacionados nos EUA. Isso forçará os americanos a buscarem outros fornecedores, o que pode gerar desafios logísticos e de custo para eles.
Investidores devem estar cientes de que a volatilidade do mercado financeiro tende a aumentar, com provável queda do Real e das ações de empresas brasileiras com exposição aos EUA, reflexo direto das incertezas.
Seguem algumas sugestões básicas para que empresários, produtores rurais, exportadores e cidadãos naveguem por esse momento em que a informação e a preparação são as melhores ferramentas:
Volatilidade: A volatilidade é natural em momentos de incerteza, então, a primeira recomendação é evitar decisões precipitadas baseadas no medo, pois essas tendem a causar prejuízos.
Diagnóstico urgente de impacto: empresas exportadoras devem realizar um cálculo imediato do impacto da tarifa de 50% em seus custos, preços e margens de lucro. É fundamental saber qual será o novo custo do seu produto no mercado americano.
Análise da cadeia de suprimentos: verificar se seus fornecedores ou insumos são afetados indiretamente por essa tarifa; preparar-se para buscar alternativas ou renegociar contratos, se necessário.
Diversificação de mercados: esta é a oportunidade, ou a necessidade, de acelerar a busca por novos mercados consumidores: países do BRICS, da América Latina, Europa e Ásia podem se tornar destinos ainda mais estratégicos para exportações.
Revisão de contratos: analisar cuidadosamente seus contratos de exportação e importação, verificando a existência de cláusulas de força maior ou de revisão de preços que possam ser acionadas diante dessa mudança drástica nas condições comerciais.
Diálogo com órgãos e associações: manter um canal aberto com associações setoriais (agronegócio, indústria, comércio) e órgãos governamentais (Ministério das Relações Exteriores, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), principais centros de informação e de articulação para medidas de apoio ou contrapartida.
Monitoramento contínuo: a situação é extremamente fluida e dominada pela política. Mudanças podem ocorrer a qualquer momento. Acompanhar o noticiário por fontes confiáveis e consultar especialistas regularmente.
Preparação legal: as empresas podem precisar de assessoria jurídica especializada para contestar a aplicação de tarifas (se houver base legal) ou para navegar por processos aduaneiros e de comércio exterior mais complexos que possam surgir.
Racionalidade: é um momento de ação estratégica, planejamento cuidadoso e busca por orientação qualificada para mitigar riscos e, quem sabe, identificar novas oportunidades que possam surgir desse cenário adverso.
Em suma, a imposição de tarifas pelo presidente Trump é um desafio complexo para o Brasil, exigindo uma reorientação estratégica por parte do governo e do setor privado.

Mas como em toda fábula ou conto de fadas infantil tem-se que construir a partir de uma narrativa, a princesa branca, bondosa e sensível ao sofrimento dos negros e negras escravizados os libertou por vontade própria e a partir daí todos foram felizes para sempre. Só que não, o que essa estória não conta é que, na época, o sistema socioeconômico que se apoiava na escravidão estava em crise e que a luta e a rebeldia constantes de negros e negras aquilombados, já havia forçado a liberdade de mais de 90% dos afrodescendentes, que já se encontravam livres em 1888.
Portanto, o suposto ato magnânimo da princesa não foi um gesto de bondade, foi o resultado de lutas centenárias que tiveram como maior exemplo o Quilombo dos Palmares, entre o final dos anos 1500 e 1695, liderado por Zumbi e Dandara em sua última fase. Exemplo de um processo muito mais amplo, que se estendeu por todo país, através de quilombos que surgiram em todos os cantos, onde havia escravizados. Algo fundamental no desgaste do sistema ao qual eles serviam.
O “fim da escravidão negra” e a “democracia racial” sempre foi uma farsa no Brasil. Os negros brasileiros supostamente "libertos", não tiveram acesso à terra, à moradia, a empregos decentes, a educação, a saúde, a promoção social... O fim da escravidão não foi acompanhado por políticas de reparações aos negros e negras pelos quatro séculos de trabalhos forçados, perseguições, torturas, estupros, crueldade e encarceramento. E muito menos significou o fim do racismo. Tanto que nos últimos 137 anos a escravidão de negros, pobres e marginalizados foi permanente.
Atualmente o trabalho análogo a escravidão não é mais apenas negro, todavia pesquisas indicam que 88% dos escravizados libertados no Brasil contemporâneo são negros. Na agricultura, na pecuária, no desmatamento, nas carvoarias, na construção civil, na indústria têxtil, no trabalho doméstico, enfim nas diversas cadeias produtivas da economia brasileira.
O capitalismo brasileiro fez sua “acumulação primitiva” com a escravidão, se fortaleceu com ela e, até hoje a continua usando para gerar lucros com suas práticas econômicas superexploratorias e racistas. A combinação entre opressão e a exploração da mão de obra faz parte da própria essência do sistema capitalista no geral e, por isso, ele nunca deu conta de libertar o povo negro, que no Brasil continuou estigmatizado, marginalizado e sofrendo as graves consequências do racismo, ocupando as margens do mercado de trabalho brasileiro, sofrendo com a precarização do trabalho, morando nas periferias das cidades, sem saneamento, trabalho digno, sendo mortos aos milhares pela polícia, grupos de extermínio e o próprio Estado nacional. O Brasil é e sempre foi um Estado estruturalmente racista, comandado por burguesias que sempre coisificaram, desumanizaram e inferiorizaram os negros e negras brasileiros.
Quase um século e meio depois da abolição formal da escravidão, negros e negras continuam acorrentados à miséria, à fome; aos piores empregos, à precarização e ao desemprego; à falta de acesso aos serviços públicos fundamentais, aos direitos trabalhistas e previdenciários. E, o mais grave, sujeitos a uma violência racista e um genocídio sistemático nas periferias. Preto e pobre no Brasil são exterminados.
Atualmente a violência impulsionada pela política genocida de governadores da extrema direita (como em Goiás, São Paulo e no Rio de Janeiro), que desenvolvem políticas de Segurança Pública baseadas na marginalização e no extermínio, ao invés de enfrentar todas formas de exclusão social e precarização da vida que leva a população negra a falta de qualidade de vida.
Hoje, em pleno século 21, a escala 6×1 representa uma forma de “escravidão moderna”, análoga ao período escravocrata, que afeta principalmente, a população negra, sem direito ao descanso, ao lazer ou à vida digna. O trabalho doméstico continua predominante dentre as mulheres negras, pobres e periféricas, submetendo-as a condições precárias, à vulnerabilidade e às mais diversas formas de violação de direitos humanos... Por isso, nesse 13 de maio devemos lembrar que ainda é tempo de resistência de desafiar a ordem escravocrata que inspirou gerações de lutadores pela liberdade. A narrativa oficial que atribui à Princesa Isabel a "libertação" dos escravos é uma distorção histórica que apaga a luta dos próprios afrodescendentes na conquista de sua liberdade. Portanto, é fundamental que reconheçamos a complexidade e a profundidade da luta contra a escravidão e seus legados, e que trabalhemos para construir uma sociedade mais justa e igualitária para todos. Esse 13/05 é momento de memória, luta e resistência. Sem isso a farsa da democracia racial e o fim da escravidão vai continuar.
*Paulo Henrique Costa Mattos, Historiador, Sociólogo, Professor da UnirG
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